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Divulgação: as deusas Hera, Afrodite, Atena

HELENA ou DE QUEM SÃO AS MÃOS QUE FAZEM A GUERRA?

Temporada: 25 a 28 de abril, quinta a domingo (estreia)
Local: Sesc Santana (São Paulo)
Ingressos: inteira R$ 30; meia R$ 15; plena R$ 10
Classificação: 16 anos
Duração: 90 min.

Ficha técnica
Roteiro audiovisual: Nathália Bonilha
Dramaturgia: Nathália Bonilha e Cia Ato Reverso
Direção geral e encenação: Nathália Bonilha
Elenco: Bárbara Lins (Andrômaca), Jamile Rai (Cassandra), Nathália Bonilha (Helena), Renato Mendes (Menelau/Páris), Theodora Ribeiro (Hécuba)
Atuação em vídeo: Diane Boda (Hera), Luiza Romão (Afrodite), Mayra Coelho (Atena) [foto]
Trilha sonora: Vinícius Motta
Preparação vocal: Isadora Titto
Preparação corporal: Lua Negrão
Cenário: Mauro Martorelli
Figurino: Magê Blanques
Iluminação: Robson Lima
Direção de arte: Tiago Stracci
Direção audiovisual: Nathália Bonilha e Tiago Stracci
Animação 2D e edição de vídeo: Bruno Mehsey
Ilustração: Ana Lima e Tiago Stracci
Fotografia e montagem dos vídeos: Bárbara Lins
Mixagem e masterização do som: Vinícius Mota
Locução do vídeo: Rodolfo Morais
Designer gráfico: Tiago Stracci
Produção: Cícero Andrade, Mosaico Produções

Sinopse 1

Aproximando a Guerra de Troia do universo gamer, o espetáculo foi idealizado a partir do conceito de uma encenação-game. Assim como no mito grego, a narrativa parte da disputa das deusas Afrodite, Atena e Hera. Porém, nesta montagem, as deusas são apresentadas como gamers influencers, que realizam um streaming do jogo “Helena ou De quem são as mãos que fazem a guerra?”. (Divulgação)

Sinopse 2

Três deusas gamers comandam do Olimpo Virtual o jogo cíclico patriarcal “Helena ou De quem são as mãos que fazem a guerra?”. Dentro do jogo, após a guerra de Troia, restam as sobreviventes: Hécuba, anciã e rainha troiana; Andrômaca, viúva de Heitor; Cassandra, a oráculo; e Menelau, o marido traído que busca vingança. Odiada por todos, Helena é acusada pela guerra! Será Helena realmente a culpada? (Divulgação)

Nota bene

A Cia Ato Reverso lançou no ano passado uma campanha de financiamento coletivo para encenar a terceira montagem da sua Trilogia da Barbárie, desta vez com base na peça Troianas, de Eurípides. O grupo desenvolve pesquisa teatral sobre as temáticas de gênero, violência e misoginia. A peça é um “espetáculo autoral” acerca da experiência das mulheres nos campos de batalhas. As peças anteriores da trilogia (que eu não vi) são Maria Inês ou O que você mata para sobreviver (2013-2014) e Abigail Williams ou De onde surge o ódio? (2017-2019).

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